Tag: Linguagem

Como pensar com conceitos

Como pensar com conceitos

Antes de educar-se em Filosofia, é necessário aprender a trabalhar com a mesma a partir de seus problemas, sendo um dos primeiros, a análise de conceitos. Isso porque as palavras, em seu uso comum, quase sempre estão aquém dos conceitos dos filósofos, ou antes carregam uma série de usos possíveis, mas nunca uma concepção ou […]

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Nomen e numen: o nome e o mistério

Nomen e numen: o nome e o mistério

Uma larga tradição da Roma antiga acreditava que na essência de cada coisa encontra-se um numen (o “mistério”, o “ignoto”). Por isso, de modo sacral, entre os romanos, conhecer a verdade de uma coisa (seu numen) é, por assim dizer, apreender o seu nomen. Portanto, falar um nome (tradução livre para nomen), antes de pronunciar um signo linguístico […]

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O problema da tradução à luz de Heidegger e Carlos Nougué

O problema da tradução à luz de Heidegger e Carlos Nougué

Entre os textos filosóficos é muito difícil, de um idioma ao outro, alcançar uma tradução acabada. Com a tradução costumamos perder muito: o indicativo original; o signo “x” que, i.g., quase perfeitamente se aplica no alemão mas não no português; a linguagem originária do “pai” ou “mãe” da obra. Aliás, antes mesmo de traduzir uma expressão à outra, o […]

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Pessimismo

Pessimismo

Agora começo a hinear o agora, pois somente neste instante, posso suprassumir a contradição Existente no pessimismo que invade o meu ser, em atos, palavras e pensamentos, E, agora mesmo, deixo-me a ver o despertar d’outro modo de ser que decerto desfalecerá. O ser fenomênico cairá por terra num momento outro, distante, contudo, já antecipado […]

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Crítica de G. K. Chesterton ao ceticismo da Modernidade

Crítica de G. K. Chesterton ao ceticismo da Modernidade

G. K. Chesterton, embora tenha vivido num momento histórico cujo império das opiniões circundava a praticidade antimetafísica, encontrou um direcionamento oposto à Modernidade, a saber, o seio da tradição cristã. Na sua busca, em primeiro lugar, ele intuiu que este mundo é incapaz de explicar-se. Em segundo, passou a acreditar que o sobrenatural tem algum significado, e que isso […]

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O Mestre: Linguagem e Conhecimento na Filosofia Agostiniana

O Mestre: Linguagem e Conhecimento na Filosofia Agostiniana

1. BREVE HISTÓRICO: CONCEPÇÃO LINGUÍSTICA ANTERIOR E CONCOMITANTE A PLATÃO Apresentada desde antes dos gregos, a linguagem tinha uma relação mágica ou mítica com o universo, falar era participar do mesmo. As sociedades primitivas vêem a palavra como uma substância e uma força material, como um elemento cósmico do corpo e da natureza. Praticamente não havia […]

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A Comunicação Não Violenta de Marshall Rosenberg

A Comunicação Não Violenta de Marshall Rosenberg

Seria um feito atípico discordar da importância da linguagem no que diz respeito a Filosofia ou a qualquer investigação acerca da humanidade, quer seja sobre uma possível natureza humana quer seja sobre a teknè. Isso porque a linguagem traduz uma característica peculiar a nossa espécie, sendo esta para muitos exatamente o nosso diferencial diante dos […]

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Por que o sexo na existência humana é humano

Por que o sexo na existência humana é humano

Defendo que é uma posição mui ingênua argumentar ser a sexualidade humana eminentemente animal pois antes de tudo falar do sexo humano não é falar do sexo do ponto de vista filogênico mas todavia ôntico – e é certo que a ontogênese (história biológica do indivíduo) não é igual à filogênese (história evolutiva da espécie) bem como a sexualidade ôntica não […]

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Hermenêutica: Etimologia e significado

Hermenêutica: Etimologia e significado

Um dos modos preambulares para compreender a Hermenêutica é a volta etimológica ao seu conceito, um exercício não apenas de curiosidade, mas, sobretudo, útil em seu entendimento. Segue-se que, de origem grega, a Hermenêutica (hermeneuein) é tida como a filosofia da interpretação, sendo originalmente afiliada à Hermes que, segundo a mitologia grega, chamado de “deus-intérprete”, costumava […]

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Assujeitamento manifesto

Assujeitamento manifesto

| 22/06/2016 | 1 Comentário

Este é meu primeiro manifesto público; o primeiro momento em que expresso a curiosidade diante de tantas vontades autosilenciadas, perante algum número absurdo de sujeitos que desconheço, mas que se sujeitam às minhas palavras desditosas, recém boquiabertas. É curioso manifestar-me somente agora, quando desde sempre tenho a vontade, a pulsão, a existência, a possibilidade e […]

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