Tag: Homem

Qual a relação entre a crise da Metafísica e a vida?

Qual a relação entre a crise da Metafísica e a vida?

O fio condutor para relacionar a crise da Metafísica com a vida está na narrativa do Crepúsculo dos Ídolos, segundo a qual não é preciso dispor de forças reativas para teorizar em favor do declínio do suprassensível – para isso, de forma genealógica, basta narrar a própria história da Metafísica. Pois bem, segundo Nietzsche, ela começa com […]

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Semelhanças e diferenças entre Marx e Hegel

Semelhanças e diferenças entre Marx e Hegel

Com finalidade de demonstrar as semelhanças e diferenças entre Karl Marx e G. W. F. Hegel, devemos, antes de tudo, principiar que muitas de suas discordâncias estão imersas em suas convergências, pois Marx retira muito do pensamento de Hegel, sem, porém, se limitar a este, razão pela qual o primeiro “revoluciona” o sentido da obra […]

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Ahavá, onah e sexualidade no judaísmo

Ahavá, onah e sexualidade no judaísmo

A grande diferença dentro da concepção de amor entre judeus e cristãos tem a ver com o corpo. Se por um lado a sabedoria cristã lega os díspares vocábulos gregos para o amor (como Filéo, o amor-amizade, Storge, o amor-familiar, Eros, o amor-sensual, e Ágape, o amor-incondicional), os hebreus significam o amor, em aspectos espirituais tanto […]

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Tradicionalismo, Liberalismo e Feminismo

Tradicionalismo, Liberalismo e Feminismo

Recentemente fui convidada para palestrar sobre a Cosmovisão Judaica, matéria muito importante para o desenvolvimento tradicional de todos os indivíduos. Muitos dos meus queridos amigos, interessados em ouvir-me, pediram para que eu começasse a veicular meus aprendizados dentro do Judaísmo, Cristianismo e Tradicionalismo. Decidi então, como leitora do FiloVida, me integrar ativamente ao Portal fazendo […]

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Sonhos

Sonhos

Precisamos nos envergonhar dos nossos sonhos, Eles nos destroem quando despertam E põem à massa a nossa vergonha. Sem o sono, linguagem alguma é Lei, Sem o medo, o homem é como uma Libra, Sendo, em seu íntimo, uma vontade cega. Não podemos dar ouvidos às nossas suspeitas; No fim, no início, à dormência dos nossos sonhos, Fomos feitos das narrativas […]

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Crítica de G. K. Chesterton ao ceticismo da Modernidade

Crítica de G. K. Chesterton ao ceticismo da Modernidade

G. K. Chesterton, embora tenha vivido num momento histórico cujo império das opiniões circundava a praticidade antimetafísica, encontrou um direcionamento oposto à Modernidade, a saber, o seio da tradição cristã. Na sua busca, em primeiro lugar, ele intuiu que este mundo é incapaz de explicar-se. Em segundo, passou a acreditar que o sobrenatural tem algum significado, e que isso […]

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A busca do Inútil em Bergson

A busca do Inútil em Bergson

Da natureza da mudança à dilatação da percepção na Arte

Henri Bergson revigorou a importância da metafísica no início do século XX, reestruturando radicalmente sua comum compreensão. O filósofo compreende uma metafísica do devir, distinta da ciência dos primeiros princípios, da permanência, que essencialmente constituíam a tradição filosófica histórica. Desde o início, segundo Bergson, a tradição não contemplou rigorosamente o papel da mudança, rumando sentido […]

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Cristianismo Ortodoxo: A morte para o Ego

Cristianismo Ortodoxo: A morte para o Ego

Recentemente perguntei no grupo Estudos sobre a Ortodoxia (Cristianismo Ortodoxo) se para os cristãos cuja doutrina prega que hoje vivemos numa realidade decaída (consequência da queda de Adão e Eva) é um erro falar coisas como “não gostaria de existir aqui, quero morrer logo para essa vida” – sendo esse não um pensamento suicida, mas antes um apelo à tudo […]

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Como Spinoza fundamenta a tese do necessitarismo: “O necessário é a única modalidade do ser”?

Como Spinoza fundamenta a tese do necessitarismo: “O necessário é a única modalidade do ser”?

A filosofia de Spinoza culmina na proposição de que as noções de realidade, determinação e atualidade se reúnem num único complexo onde tudo é necessário e, por conseguinte, nada é contingente. A contingência, aliás, é mera imaginação acarretada pela ignorância dos homens sobre as verdadeiras causas das coisas. De fato, “o que é, é pura necessidade”, nada […]

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Por que o sexo na existência humana é humano

Por que o sexo na existência humana é humano

Defendo que é uma posição mui ingênua argumentar ser a sexualidade humana eminentemente animal pois antes de tudo falar do sexo humano não é falar do sexo do ponto de vista filogênico mas todavia ôntico – e é certo que a ontogênese (história biológica do indivíduo) não é igual à filogênese (história evolutiva da espécie) bem como a sexualidade ôntica não […]

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