Tag: Corpo

Guerra à filosofia do talvez

Guerra à filosofia do talvez

Nietzsche é elogiado por uma multidão de jovens e homens imaturos; não porque ele é um filósofo verdadeiro, mas porque é um poeta sedutor. Ele seduz os corações enfermos; os corações que se encontram diante do Abismo, sendo este abismo um dos maiores ídolos que o homem imaginou após a queda. O abismo sim é […]

Continue Lendo

Homicídio alimentar e suicídio invisível

Homicídio alimentar e suicídio invisível

Perceber que se tem certos vícios alimentares ainda não considerados indiciosos por quase ninguém, ou ao menos pela massa da população que também os têm, é como encontrar um enferrujado cadeado de laboriosa abertura. Sucede que a intemperança do declínio ético-corporal se torna de difícil cura, pois sua incorreção é muito mais sutil que, i.g., o álcool, o […]

Continue Lendo

Ahavá, onah e sexualidade no judaísmo

Ahavá, onah e sexualidade no judaísmo

A grande diferença dentro da concepção de amor entre judeus e cristãos tem a ver com o corpo. Se por um lado a sabedoria cristã lega os díspares vocábulos gregos para o amor (como Filéo, o amor-amizade, Storge, o amor-familiar, Eros, o amor-sensual, e Ágape, o amor-incondicional), os hebreus significam o amor, em aspectos espirituais tanto […]

Continue Lendo

Educação

Educação

Ando aprendendo a morrer Ao fito de que os ídolos quotidianos adormeçam E que desperte o tempo dos corpos Para que estes se entendam como espírito E na escuridão do mundo Silenciem o averso do ser.

Continue Lendo

Em copo e em corpo

Em copo e em corpo

Agorinha vi um Amarelo irradiando-se pelos cervejaris, Algo entre o Azul e o Preto fintando adeus ao sol, Algo que, porventura, manteve tod’o bar escuro, Onde sequer pude ver o Ser andando acolá. Eis que, numa situação hiper-problemática, Sem sequer saber se meu copo estava meio cheio, Sem sequer saber se meu corpo estava meio […]

Continue Lendo

A busca do Inútil em Bergson

A busca do Inútil em Bergson

Da natureza da mudança à dilatação da percepção na Arte

Henri Bergson revigorou a importância da metafísica no início do século XX, reestruturando radicalmente sua comum compreensão. O filósofo compreende uma metafísica do devir, distinta da ciência dos primeiros princípios, da permanência, que essencialmente constituíam a tradição filosófica histórica. Desde o início, segundo Bergson, a tradição não contemplou rigorosamente o papel da mudança, rumando sentido […]

Continue Lendo

Por que (não) é preciso ser feliz consigo antes de namorar

Por que (não) é preciso ser feliz consigo antes de namorar

| 17/07/2016 | 4 Comentários

Tenho lido muito da geração new age o juízo de que antes de entrar num relacionamento é preciso ser feliz sozinho. Comecei então a perceber que a felicidade se tornou hoje uma espécie de imperativo subjetivo e solitário: se você aceitar seu corpo tal como ele é, se cuidar da sua saúde, se reconhecer e amar suas qualidades e defeitos, se […]

Continue Lendo

O naturalismo biológico e a consciência em Searle

O naturalismo biológico e a consciência em Searle

John Searle (1932), uma vez que acredita serem os problemas neurobiológicos da consciência[1] passíveis de reflexão filosófica, se propõe a resolver o impasse da relação entre a mente e o corpo (de que modo os problemas cerebrais causam a consciência e de que modo a consciência se realiza no cérebro?[2]), sendo isso o que ele […]

Continue Lendo

Cristianismo Ortodoxo: A morte para o Ego

Cristianismo Ortodoxo: A morte para o Ego

Recentemente perguntei no grupo Estudos sobre a Ortodoxia (Cristianismo Ortodoxo) se para os cristãos cuja doutrina prega que hoje vivemos numa realidade decaída (consequência da queda de Adão e Eva) é um erro falar coisas como “não gostaria de existir aqui, quero morrer logo para essa vida” – sendo esse não um pensamento suicida, mas antes um apelo à tudo […]

Continue Lendo

Qual a diferença entre Descartes e Spinoza na definição de “substância” ?

Qual a diferença entre Descartes e Spinoza na definição de “substância” ?

A definição de substância cartesiana diz que é substancial toda a coisa que existe em si mesma sem precisar de qualquer outra para existir. No entanto, essa é sua significação stricto sensu, pois, adiante, o filósofo distingue a substância incriada das substâncias criadas, o que o leva, conforme comenta Spinoza, a ser clara e distintamente rígido […]

Continue Lendo

Pular para a barra de ferramentas