Diretório Acadêmico posiciona-se contra o fim da obrigatoriedade do ensino de filosofia nas escolas

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“Por uma educação e um pensar democrático”    – DAFil-UFPE

O Diretório Acadêmico de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco (DAFil-UFPE), com o apoio de professores e estudantes sobretudo da UFPE e UFRPE [1], promoveu nesta terça-feira, 27, uma assembléia sobre o fim da obrigatoriedade de filosofia no ensino médio, posicionando-se contra a Medida Provisória (MP) anunciada pelo governo de Michel Temer na quinta-feira passada (22). Para acompanhar conteúdo do evento ouça a mídia abaixo.

[1] Universidade Federal Rural de Pernambuco.

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Categoria: Cotidiano, Ética e Cidadania, Pedagogia

Natalia Cruz Sulman

Sobre o(a) Autor(a) ()

Estudante de Filosofia (Universidade Federal de Pernambuco - UFPE), tenho paixão pelo mundo. Busco conhecer a vida em seus mais íntimos aspectos: desde a origem do primeiro ser ao que está se desenvolvendo no imensurável circulo existencial. Prezo pela comunicação afetiva e verdadeira e, através de tais encantos, vivencio a Palavra em seus mais profundos aspectos, isto é, o conhecer e o comunicar.

Comentários (1)

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  1. Marcos R.C. disse:

    Já fui um acadêmico por quatro anos de Lic em História numa universidade estadual, atualmente sou acadêmico do último ano de Lic. em Filosofia e também expresso minha preocupação à cerca dessa medida provisória que é totalmente má intencionada e que demonstra a total incompetência daqueles que a formularam e a ratificaram. Sabemos ainda que esta ‘aberração’ em forma de medida provisória afeta direta ou indiretamente todos os envolvidos com a educação e que atuam dentro de uma realidade que não e a mesma vivida pelo governo atual.

    Sobre o aúdio, refiro-me à acadêmica a qual foi a segunda a falar(Gabi):
    Não se pode generalizar quando se fala de ‘venda de diplomas’ em instituições superiores privadas. É básico saber que existe boas e não boas instituições tanto particulares quanto estaduais e federais. Não quero com isso posicionar-me de modo crítico a defender ou ou não e nem tampouco usar de critérios avaliativos para tal, porém como uma futura profª de filosofia assim como eu o serei, peço que instigue em si o ato de FILOSOFAR (como dizia Kant)e irá se surpreender ao concluir que; uma imensa se não a maioria alunos que concluem o ensino médio nessa país não conseguem uma vaga nas instituições federais ou estaduais e acabam tendo e migrar para as particulares. Pesquise os motivos dessa ‘migração’ e não mais falará em venda de diplomas.
    Quero ainda dizer que estudo e com muito orgulho, numa universidade particular a IESSA, no estado do Paraná, justamente por ter a certeza que, se não todos, a maioria, são altamente profissionais e portanto competentes dentro daquilo que se propõe para com os acadêmicos, o contrário disso é a demissão, algo não muito comum na maioria das instituições geridas pelo estado onde a estabilidade em muitos casos é confundida pela comodidade.

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