Arquivo para março, 2016

Obrig@do: Filosofia reduzido a ato mínimo

Obrig@do: Filosofia reduzido a ato mínimo

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Não-ser, káiros e verdade como kosmos do discurso

Não-ser, káiros e verdade como kosmos do discurso

As teses de Górgias

Introdução Eis como Aldo Dinucci designa seu desafio na Miscelânea Sofística: “Falar sobre a Sofística para rebater a costumeira depreciação do pensamento sofístico”. O professor se propõe a descaracterizar os infundados preconceitos milenares a respeito da Sofística que distinguem esta da Filosofia, colocando-a como uma anti-Filosofia. No entanto, uma vez que Platão “encontrou relevância no pensamento sofístico, […]

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Despedaçada

Despedaçada

Há pouco, renunciei-me como vosso abrigo, meus dedos, que seguravam tuas mãos mortas, forçosamente tiveram de largá-las à ferida antes mesmo de transformá-las em vida. Infeliz, infeliz, impotente! acaso sabes como dói não te ter ensinado a fruir a temperança? doravante, penetrados em teu olhar, estavam meus olhos entre a face d’um mal inclemente não havia como reluzir […]

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Quatro tipos de fenômenos mentais

Quatro tipos de fenômenos mentais

Uma caracterização geral e bastante sintética dos fenômenos mentais permite classificá-los em quatro modos, a saber: Estados sensoriais: Tais como as sensações determinadas (na qualidade de branco, preto, doce, amargo etc.) e as articulações dessas determinações, os estados sensoriais dizem respeito ao aspecto qualitativo pelo qual a totalidade de uma percepção é formada. A propósito, foi a partir de Descartes […]

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A Moral Provisória de Descartes

A Moral Provisória de Descartes

Antes de ser filósofo o filosofante é um homem, por conseguinte, continua em contato com seu corpo, com outros homens e com o tempo e a cidade onde vive. Mais que isso, contínua e necessariamente ele deve agir, deliberar, fazer escolhas. Eis que surge um contratempo: no estágio da dúvida, enquanto se pode fazer uma suspensão […]

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O pluralismo de Empédocles

O pluralismo de Empédocles

Apresentar o pluralismo de Empédocles é uma aplicação bastante oportuna por abrir espaço a um pensador pouco lembrado na História da Filosofia. Mas é também um desafio porquanto não se sabe quão profundamente o leitor conhece acerca do empedoclismo quanto se pressupõe saber sobre a história que lhe antecede e é usualmente mais conhecida. Desse modo, tendo […]

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Memento mori

Memento mori

Memento mori, dai-me a virtude de um epílogo sereno encontra-me uma morte sem vergonhas e sem dores lembra-me da afluência, do limite, do transitivo dai-me um fim sem escrúpulos e sem pudores Memento mori, és a transitoriedade, el morto, o negativo um corpo apático e módico como o homem-mortal Al Berto Memento mori, te lembras […]

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Roubo de subjetividade

Roubo de subjetividade

Se quiserdes me furtar, Não ouses te satisfazer apenas com moedas, Pegas tudo aquilo que dizes ser teu: Cédulas e ouro, relógios e tempo. Se intentares despojar-me, Deixa-me apenas com meus vestes; Não me importo com os trapos sedosos que me cobrem, Só quero minha dignidade incorruptível tal como ela é. Contudo, se ousardes sequestrar a […]

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Uma análise ontológica sobre o que é ser filósofo

Uma análise ontológica sobre o que é ser filósofo

| 20/03/2016 | 0 Comentários

Desde que comecei minha graduação em Filosofia na UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), aumentaram significativamente as situações em que a definição para a palavra “filósofo” é contornada sem grandes explicações. Existem professores que, apesar de exercerem uma atividade filosófica extremamente intensa, não se denominam filósofos por ser um título “forte demais”, mas que […]

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Breviário de um Condenado: Dia primeiro

Breviário de um Condenado: Dia primeiro

As rotinas são paredes — os dias esmagam. Na jaula do desespero, à meia-luz da loucura, uma criança fala. Seu discurso é estranho, curto, porque as palavras lhe faltam. “Condenado… também sou medo! Fala!”. E eu, palhaço vermelho, vejo a silhueta branca daquilo em que me vou tornar. Quem sou? “És em te faltar”. E […]

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